Documento legal
Política de privacidade
Em vigor desde 2 de outubro de 2026.
1. Resumo
- Tratamos dados pessoais só para prestar o serviço, cumprir a lei e proteger direitos.
- Não vendemos dados, não os usamos para publicidade e não usamos o conteúdo de relatos para treinar inteligência artificial.
- Nos relatos, quem decide é a empresa que mantém o canal. Nós guardamos e protegemos.
- Não gravamos o endereço IP de quem envia um relato junto com o relato, e o relato anônimo continua anônimo para nós.
Esta política segue a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados — LGPD) e a Lei nº 12.965/2014 (Marco Civil da Internet), e complementa os Termos de Uso.
2. Quem decide sobre os seus dados
(Impacto Soluções), CNPJ 63.186.820/0001-30, responsável pelo VeritasGuard, com sede em Residencial do Lago, Pirassununga/SP, CEP 13633-120, atua em dois papéis diferentes:
- Controladora (art. 5º, VI) dos dados do site, dos pedidos comerciais, dos usuários do painel, dos contratos e do faturamento — somos nós que decidimos como esses dados são tratados.
- Operadora (art. 5º, VII, e art. 39) dos dados contidos nos relatos. Neles, a controladora é a empresa cliente que mantém o canal: é ela quem lê, apura, decide o prazo de guarda e responde aos pedidos dos titulares. Nós tratamos esses dados somente conforme as instruções dela e para fazer o canal funcionar.
3. Dados que tratamos e por quê
Visitantes do site
- Quais dados
- Endereço IP, navegador, sistema operacional, páginas acessadas, data e hora.
- Para quê
- Entregar as páginas, proteger contra abuso e ataques, corrigir falhas.
- Base legal (LGPD)
- Legítimo interesse (art. 7º, IX) e cumprimento de obrigação legal (art. 7º, II; Marco Civil da Internet, art. 15).
Quem pede acesso, demonstração ou proposta
- Quais dados
- Nome, e-mail, telefone ou WhatsApp, empresa, CNPJ, cargo e a mensagem enviada.
- Para quê
- Responder ao pedido, preparar proposta e manter contato comercial, que pode ser recusado a qualquer momento pelo link de descadastro.
- Base legal (LGPD)
- Procedimentos preliminares a contrato (art. 7º, V) e legítimo interesse (art. 7º, IX).
Usuários do painel
- Quais dados
- Nome, e-mail, cargo, empresa, senha (guardada de forma cifrada, nunca legível) e registro das ações no painel com data, hora e endereço IP.
- Para quê
- Dar acesso, controlar permissões, garantir a rastreabilidade da apuração e a segurança da conta.
- Base legal (LGPD)
- Execução de contrato (art. 7º, V), legítimo interesse (art. 7º, IX) e obrigação legal (art. 7º, II).
Clientes, representantes e financeiro
- Quais dados
- Razão social, CNPJ, endereço, e-mail financeiro; nome, CPF e cargo do representante; dados das faturas e pagamentos.
- Para quê
- Formalizar proposta e contrato, cobrar, emitir documentos fiscais e defender direitos.
- Base legal (LGPD)
- Execução de contrato (art. 7º, V), obrigação legal (art. 7º, II), exercício regular de direitos (art. 7º, VI) e proteção do crédito (art. 7º, X).
Quem assina contrato pela plataforma
- Quais dados
- Nome, CPF, data de nascimento, fotos da frente e do verso do documento de identificação, foto de quem assina segurando esse documento (selfie), endereço IP, navegador, data e hora da assinatura e o código de integridade (hash) do documento assinado. A selfie é conferida por uma pessoa: não passa por reconhecimento facial nem gera dado biométrico.
- Para quê
- Comprovar quem assinou, o quê e quando, e prevenir fraude na assinatura eletrônica.
- Base legal (LGPD)
- Execução de contrato (art. 7º, V), exercício regular de direitos (art. 7º, VI) e legítimo interesse na prevenção à fraude (art. 7º, IX).
Não tomamos decisões sobre pessoas de forma exclusivamente automatizada. Pagamentos são processados pelo provedor de pagamentos, e a VeritasGuard não armazena dados de cartão.
4. Para quem envia um relato
- O que é tratado: o texto do relato, a categoria, as respostas da conversa, os arquivos anexados e, só se você escolher se identificar, nome e forma de contato.
- Quem lê: as pessoas autorizadas pela empresa que mantém o canal. A equipe VeritasGuard não lê relatos, salvo quando indispensável para suporte técnico pedido pela empresa, para cumprir ordem judicial ou obrigação legal — sempre com registro do acesso.
- Anonimato: no relato anônimo não pedimos nome, e-mail ou telefone, e não gravamos o endereço IP junto com o relato. Para barrar ataques, o número de envios por endereço é contado por alguns minutos apenas na memória do servidor, sem ligação com o conteúdo. Os provedores de infraestrutura podem manter registros técnicos de conexão pelos prazos deles. Fotos perdem local e horário antes de sair do seu aparelho, mas o texto e outros arquivos (como PDFs e documentos, que podem trazer o nome do autor) ainda podem revelar quem você é.
- Dados sensíveis: um relato pode envolver saúde, orientação sexual, origem racial, religião ou outros dados sensíveis (art. 11). A empresa que mantém o canal os trata para cumprir obrigação legal e exercer direitos em processo (art. 11, II, “a” e “d”). Envie apenas o necessário.
- Seus direitos: pedidos sobre um relato devem ser feitos à empresa que mantém o canal, pelo próprio acompanhamento com o protocolo. Se o pedido chegar a nós, encaminhamos a ela. Como não sabemos quem enviou um relato anônimo, não conseguimos localizá-lo por nome ou e-mail.
5. Com quem compartilhamos
Somente com quem precisa dos dados para o serviço funcionar ou quando a lei exigir:
- Provedores de infraestrutura, que tratam dados em nosso nome e sob contrato: Supabase (banco de dados, autenticação e arquivos), Vercel (hospedagem do site), Resend (envio de e-mails) e AbacatePay (cobrança e pagamentos).
- Provedor de inteligência artificial — hoje, Anthropic (Claude) —, apenas nos recursos descritos na seção 8-A e só quando a empresa cliente os ativa.
- A empresa cliente, que recebe os relatos do seu canal e os dados dos próprios usuários.
- Autoridades públicas e judiciais, mediante requisição ou ordem com fundamento legal.
- Assessores jurídicos e contábeis, sob dever de sigilo, e eventual sucessor em reorganização societária, mantidas as garantias desta política.
Se você usar um botão de WhatsApp da plataforma, a conversa acontece no aplicativo da Meta e segue a política dele.
6. Transferência internacional
Alguns provedores mantêm servidores fora do Brasil, principalmente nos Estados Unidos. Essas transferências são feitas nas hipóteses do art. 33 da LGPD e da regulamentação da ANPD, apoiadas nos compromissos contratuais de proteção de dados assumidos por esses provedores, com medidas de segurança compatíveis com as desta política.
7. Por quanto tempo guardamos
- Relatos: pelo prazo definido pela empresa que mantém o canal (padrão de 5 anos após o encerramento). A eliminação ao fim do prazo é decidida por ela, porque um caso encerrado pode ainda ser prova em processo.
- Registros de acesso: no mínimo 6 meses, como exige o art. 15 do Marco Civil da Internet, e enquanto forem necessários à segurança e à rastreabilidade da apuração.
- Pedidos comerciais que não viraram contrato: até 2 anos após o último contato, ou até você pedir para sair.
- Contas do painel: enquanto durar o contrato e, depois, pelo prazo necessário à defesa de direitos.
- Contratos, assinaturas e documentos financeiros: pelo prazo da legislação fiscal (5 anos) ou pelo prazo prescricional aplicável (até 10 anos, art. 205 do Código Civil), o que for maior.
Terminados os prazos, os dados são eliminados ou anonimizados, salvo as hipóteses de conservação do art. 16 da LGPD.
8. Segurança e incidentes
Adotamos medidas técnicas e administrativas para proteger os dados (art. 46), entre elas: conexão cifrada (HTTPS), separação dos dados de cada empresa no banco com regras de acesso, senhas guardadas de forma cifrada, protocolos de relato gerados aleatoriamente, links de documentos com prazo de validade, limite de tentativas nas páginas públicas e registro das ações no painel.
Nenhum sistema é totalmente imune a falhas. Se ocorrer um incidente que possa acarretar risco ou dano relevante, comunicaremos a ANPD e os titulares afetados nos termos do art. 48 da LGPD e da regulamentação da ANPD. Nos dados dos relatos, avisaremos sem demora a empresa controladora, a quem cabe essa comunicação.
8-A. Inteligência artificial (opcional)
Usamos um serviço de inteligência artificial de terceiro em dois recursos. Em nenhum deles a inteligência artificial avalia, classifica ou decide um caso: essa tarefa é sempre da equipe da empresa, e por isso não há decisão automatizada no sentido do art. 20 da LGPD.
- Perguntas de complemento a quem relata. Nos canais em que a empresa ativou o recurso, quem relata pode aceitar que o tipo, o resumo e a descrição do relato sejam processados, para receber até duas perguntas. Os campos de identificação de quem relata (nome, e-mail, documento) não são enviados, e e-mail, telefone, CPF, CNPJ e links escritos no texto são trocados por marcadores; nomes escritos no meio do texto podem seguir. Recusar não muda nada no restante do relato.
- Resumo do relato para a equipe. Nos canais em que a empresa ativou o recurso, a equipe dela pode pedir o resumo de um relato. Antes do envio, e-mail, telefone, CPF, CNPJ e links são trocados por marcadores; nomes escritos no meio do texto podem seguir. Relatos com bloqueio por litígio ou com impedimento por conflito de interesse nunca são enviados. O último resumo fica guardado à parte do relato, visível só para a equipe com acesso ao caso, e é apagado junto com ele; não muda status, categoria nem prioridade. O pedido fica no registro de atividade, sem o texto.
O chat de atendimento (Vera) não usa inteligência artificial: responde com a nossa base de dúvidas, e o que ela não cobre vai para a nossa equipe. Nada da conversa é enviado a um provedor de IA.
Provedor em uso: Anthropic (Claude). Ele trata os dados em nosso nome, sob os termos comerciais da sua API, que não permitem usar esse conteúdo para treinar os modelos dele. Os servidores podem ficar fora do Brasil (seção 6).
9. Cookies e armazenamento local
Não usamos cookies de publicidade nem ferramentas de análise de terceiros. Usamos apenas cookies e armazenamento local do navegador estritamente necessários: manter a sessão de quem entrou no painel, lembrar preferências de tela (como um tour já visto) e guardar o ambiente de demonstração. Você pode apagá-los nas configurações do navegador; sem eles, o login no painel não funciona.
10. Seus direitos
Pelo art. 18 da LGPD, você pode pedir, sobre os dados de que somos controladores:
- confirmação de que tratamos seus dados e acesso a eles;
- correção de dados incompletos, inexatos ou desatualizados;
- anonimização, bloqueio ou eliminação de dados desnecessários, excessivos ou tratados em desacordo com a lei;
- portabilidade, nos termos da regulamentação da ANPD;
- informação sobre com quem compartilhamos seus dados;
- eliminação dos dados tratados com consentimento e revogação desse consentimento;
- oposição a tratamento feito com base em legítimo interesse, quando houver descumprimento da lei.
Envie o pedido para contato@veritasguard.com.br. Para proteger você, podemos pedir informações que confirmem sua identidade. Respondemos em até 15 dias (art. 19, II). Alguns dados podem ser mantidos mesmo após o pedido, quando a lei exigir ou para defesa em processo. Você também pode peticionar à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), em gov.br/anpd.
11. Crianças e adolescentes
O site e o painel não são direcionados a menores de 18 anos. Se um canal receber relato de adolescente — um jovem aprendiz, por exemplo —, a empresa que mantém o canal deve tratá-lo no melhor interesse dele, como determina o art. 14 da LGPD.
12. Encarregado e contato
O canal de comunicação com o encarregado pelo tratamento de dados pessoais (art. 41) é o e-mail contato@veritasguard.com.br, com o assunto “Privacidade”. Outros meios estão na página de contato.
Não envie o conteúdo de um relato por e-mail. O e-mail não passa pelo canal sigiloso.
13. Alterações desta política
Podemos atualizar esta política para refletir mudanças no serviço ou na lei. A data de vigência fica no topo da página, e mudanças relevantes serão comunicadas aos clientes por e-mail ou aviso no painel.